julho 07, 2009

Deuses estrangeiros

A prática de incluir deuses estrangeiros na estrutura do politeísmo helênico era autêntica. Há vários casos na Grécia Antiga nos quais a deidade de outra cultura foi trazida para dentro da religião grega e fazia parte dela. Cibele, que era originalmente da Ásia Menor, adquiriu significativos seguidores na Grécia. No período helenístico, muitos deuses do Egito encontraram seguidores gregos, especialmente Ísis, que foi cultuada por várias pessoas por todo o império romano. Isso não significa um endosso ao tipo de ecletismo às vezes visto na comunidade neo-pagã, tipo misturando e comparando panteões e tradições para se encaixar nos caprichos de alguém. Mas há formas apropriadas de incluir um ou dois deuses de outros panteões na prática politeísta helênica sem comprometer sua integridade. A chave é realmente aprender sobre o sistema do qual a nova deidade vem, e como esse/a deus/a pode se encaixar no sistema helênico.
(Fonte: Sarah Winter, no livro "Kharis", traduzido por mim.)

3 comentários:

  1. Óia! Isso eu não sabia...
    Mas é muito interessante!

    Eu nem me considero mais politeísta... existe algo maior que isso? ahuahua
    Eu confio e abro uma reunião com todos os panteões!! Afinal de contas, minha origem é de 2 diferentes, que no fim, acabam englobando mais de 7... enfim... eu não tenho problemas com panteões! Não mesmo! `^^´

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  2. Bom ler isso, porque justo hoje conversava com uma "irmã" e dizia para ela que sou Helenica, mas que não consigo abandonar Runas, sua magia e Odin. Talvez eu escreva sobre isso no Delfos!

    Beijos

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  3. Nossa...que difícil...difícil ficar só com um ladinho, sem olhar para outros ladinhos...uff!...

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