Este texto não vai ter um começo decente nem um propósito muito específico. É simplesmente resultado de eu ter um elefantinho de pelúcia e gostar de Ganesha, o que me deu vontade de falar da simbologia do elefante como imagem de sabedoria.
Mesmo sendo grande, o elefante toma cuidado para não pisar na trilha das formigas. (As pessoas verdadeiramente grandes não pisam nas pequenas.)
Os olhos do elefante são pequenos e as orelhas são enormes. (As pessoas não deveriam ligar para o que vêem - a aparência ilusória - no mundo externo, mas compreender o que ouvem e saber ouvir.)
O elefante caminha pausadamente, mas, quando a manada chama, ele sai correndo e arrasando tudo pelo caminho. (Quando a voz da unidade com o universo nos convoca, não deve existir nada no mundo material que sirva de obstáculo para deter nossa corrida.)
Sua tromba demonstra a alta sensibilidade - e sensitividade - a cheiros/estímulos, abrindo-se a energias e mundos que, de outra forma, seriam inacessíveis. (Aliás, já escrevi neste blog sobre as propriedades do nariz como o lugar que interage o interior com o exterior, veja a postagem clicando AQUI.)
Geometricamente, o elefante é uma esfera sobre quatro pilares, que dizem ser similar à estrutura do cosmos. Além disso, suas orelhas são meio triangulares e sua tromba é um arco como a lua crescente.
Mesmo sendo grande, o elefante toma cuidado para não pisar na trilha das formigas. (As pessoas verdadeiramente grandes não pisam nas pequenas.)
Os olhos do elefante são pequenos e as orelhas são enormes. (As pessoas não deveriam ligar para o que vêem - a aparência ilusória - no mundo externo, mas compreender o que ouvem e saber ouvir.)
O elefante caminha pausadamente, mas, quando a manada chama, ele sai correndo e arrasando tudo pelo caminho. (Quando a voz da unidade com o universo nos convoca, não deve existir nada no mundo material que sirva de obstáculo para deter nossa corrida.)
Sua tromba demonstra a alta sensibilidade - e sensitividade - a cheiros/estímulos, abrindo-se a energias e mundos que, de outra forma, seriam inacessíveis. (Aliás, já escrevi neste blog sobre as propriedades do nariz como o lugar que interage o interior com o exterior, veja a postagem clicando AQUI.)
Geometricamente, o elefante é uma esfera sobre quatro pilares, que dizem ser similar à estrutura do cosmos. Além disso, suas orelhas são meio triangulares e sua tromba é um arco como a lua crescente.
A palavra "elefante" vem, claro, do grego (rsrsrs) ἐλέφας, que significa marfim.
Na Índia, existe Hastinapura - cidade (pura) dos elefantes (hastin) - que é chamada também de cidade da sabedoria. É ela que é disputada pelos exércitos dos Kuravas e Pandavas no Bhagavad Gita.
O elefante também era montaria de reis.
A ioga associa o elefante ao chakra muladhara, de elemento terra, a base, a raiz, o centro.
Quando eu era pequena, adorava a música do passo do elefantinho: "Quando ele nasce já é forte, mesmo grande é tão engraçadinho; é bom, traz sorte! Trate com carinho tudo aquilo! O fiozinho do seu cabelo é bastante para conduzi-lo. Veja como ele é bonitinho! Olha o pêlo dele como brilha! Lá vai, na trilha. Olha o passo do elefantinho! No circo em festa ou na floresta, ele é sempre o bicho mais bonzinho." E agora achei a musiquinha. Quem quiser ouvir, tem ela clicando AQUI.
Um elefante pode incomodar muita gente, como diz outra canção, mas a mim não. Sem contar que é infinito o número de elefantes que "se penduraram numa teia de aranha" e viram "que a teia resistiu" (outra musiquinha).
E é uma pena que um símbolo que ensina tanto seja considerado um xingamento no ocidente...
