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março 29, 2011

Selo Iluminador

O Diego/Déllion do Deluxed Edition nos deu este selo criado por Arthemise para ofertar "aos Blogueiros e Blogueiras que nos inspiram e iluminam nossos dias com textos e pedacinhos de sabedoria e sonhos":

A regra é simples:
-Cite 5 coisas que iluminam o seu dia.
-Presenteie com o selo 3 blogs (ou mais) que te iluminam citando-os em sua blogagem.
Divirtam-se e iluminem-se!
Agradeço-lhe a indicação e repasso minhas respostas abaixo. Não incluí os blogs que ele já indicou.

O que ilumina meus dias:
1 - meus amigos/família (com os deuses entre eles);
2 - meus sonhos e 'insights' (percepção interior);
3 - folhear meus livros e assistir meus DVDs;
4 - a beleza (do mundo, da natureza, da arte, dos sentimentos etc);
5 - cada exemplo que vejo da vitória da virtude ('areté') sobre os vícios.

Indicados:
# Kemetismo Ortodoxo, da Tanakht
# Alma Rubra, da Iony
# Sementes da Romã, da Roberta

outubro 18, 2010

De quem você é 'fio'?

Blogagem Coletiva:


Brasileiro já é uma misturinha de coisas, que foram se formando num país humano, hospitaleiro e sem xenofobias. Acrescente-se a isso o fato de estarmos a 510 anos do descobrimento e de não termos apenas a ascendência sanguínea de uma vida atual, fora adotarmos pessoas como mãe/pai ao longo do caminho.

De qualquer forma, deixa eu começar por aí. Em termos de alma, sei bastante sobre uma vida anterior, mais ou menos sobre outra, e alguns relances de outras três. Elas incluíam Islândia, Rússia (Cáucaso), Grécia, Macedônia, Itália, América Indígena e Brasil colonial. E é engraçado como a alma afeta o corpo, já que - quando tentei estudar romeno e grego - os professores costumavam dizer que eu tinha cara de mulher dos Bálcãs mesmo, ainda que esta vida atual nada tenha a ver com essa região. Nesta, do pouco que sei, tenho ancestrais que vieram da França e de Portugal, ainda que nascer na Amazônia e ter grande parte dos parentes numa parte "macarrônica" do sudeste me faça sentir identificação tanto com os índios quanto com os italianos. Um outro fator que sinto formar minha história são as mães e pais que eu fui adotando: minha professora de canto e meu ex-sogro de origem alemã, minha orientadora de psicologia que tinha ascendência turca, minha xamanesa que era judia, e tantas outras pessoas queridas às quais me sinto conectada, ligada, atada, como o tal fio de uma coisa só. Então, acredito que esmiuçar todas essas influências seria um tanto extenso para o que realmente pretendo com esta postagem.

Existe um ritual, que todos conhecemos e não costumamos refletir sobre ele, que é o indício da existência de parentesco entre as pessoas envolvidas. É o famoso comer à mesa. Não é só sentar à volta da mesa. É sentar para comer. Quantas famílias não exigem que se coma em torno da mesa pelo menos uma vez ao dia (ou, no mínimo na ceia de Natal, no Hanukkah, na Ação de Graças, o que seja)? E por que isso? Muitas vezes estamos repetindo uma tradição sem pensar nela como a celebração de uma comunhão. As pessoas que se reúnem para comer estão anunciando que são da mesma carne e mesmo sangue, estão compartilhando pedaços (partes) de uma refeição completa (o todo) que as fazem ser também partes de uma coisa só. Estão declarando suas afinidades de "corpo e sangue" no "pão e vinho" ou "bolo e mel" ou "cevada e água" ou o que quer que seja servido. O importante é partilhar do banquete pela assimilação orgânica que se insere e toma conta do seu corpo em declaração de aceitação do laço que une quem ritualiza com você. Não é à toa que o altar é uma mesa. E a mesa é igualmente um altar. Nela se colocam os frutos da colheita e os sacrifícios (com ou sem sangue). É o tipo de coisa que não só aproxima deuses e homens, mas também os membros da comunidade (que, aliás, também tem o nome de "frátria", de irmandade). Logo, aceitar alguém à sua mesa é tomá-lo/considerá-lo como seu parente.

Talvez por isso que quando nos encontramos com amigos com os quais queremos manter um relacionamento mais próximo nos acabamos saindo para comer. Já repararam? E é por isso que acho importante ver pessoalmente os amigos virtuais nem que seja por um fim de semana, e não teve uma cidade em que fui que não rolou alguma refeição em grupo. Mesmo quando ia visitar alguém mais íntimo, em algum momento não sentávamos à mesa sozinhos/as.

Uma outra coisa nesse tema é a questão do fio, algo que inevitavelmente me lembra o tear dos Destinos. Apesar de o fio ser cortado, encerrando aquela vida, a morte não dá fim à existência da alma nem à sua história e relação com o sagrado de onde ela partiu. E, durante cada vida, cada fio se desenrola em outros e formas novos, ficando complexo, com várias raízes e pontas. Todo mundo é "filho" de alguém e todo mundo faz "fio" com alguém. Nesse sentido, não só adotamos gente como a nossa gente é adotada por outros. Provavelmente, muitos coroinhas viam os meus pais como seus novos tutores e muitos alunos também nos vêem assim. A rede de inter-relações é infinita. Fora o que dizem sobre existir no máximo seis pessoas entre você e qualquer outro alguém no mundo. Enfim, somos uma grande família (e, como toda família, gostamos mais de alguns do que de outros).

O dramaturgo Samir Yazbek, de origem libanesa, uma vez disse: "Aquilo que inicialmente tinha a ver com a minha história era passível de ser universal. Meu pai e minha mãe são também os pais e as mães das pessoas. Esse tema de raízes é muito presente no cotidiano brasileiro com essa grande influência de cultura de imigração".

Raízes. Não deve ser por acaso que, ao traçarmos nossa genealogia, desenhamos uma árvore. Tudo vem de uma coisa só: as folhas dos galhos, os galhos do tronco, o tronco das raízes, as raízes da terra, a terra do planeta, o planeta do universo, o universo... dos deuses, imagino. E os deuses talvez de um Uno semelhante ao ovo cósmico primordial, quem sabe? De qualquer forma, tudo se ramifica e retorna, tudo volta a se juntar algum dia. Independente de ser em sangue, carne, leite de peito, espírito reencarnado, geologia, antropologia, nascimento, sentimento, deuses patronos, fé em comum, ou o que seja.

Este mês aconteceu algo curioso comigo, sonhei com alguém que mora em outro país e que nunca vi pessoalmente e que só tenho contato de interesses religiosos em comum, nunca fui de papear via e-mail ou programa de mensagem instantânea com ele. Ainda assim, meu sonho me mostrava ele incomodado com tomate e molho de tomate, e resolvi contatá-lo para contar o sonho. Qual não foi minha surpresa quando ele disse que ultimamente tem desenvolvido uma alergia a tomates e derivados. Não foi a primeira vez que experimentei essa espécie de conexão que me surge (brota?) sem explicações. Mas eu aprendi a falar dela sem medo, mesmo quando eu não a entendo. Normalmente vai fazer sentido para alguém ou vai me demorar a cair a ficha, mas ela existe, é válida, é um sinal dessa coisa que guardamos em comum com todo o resto do mundo. Se ela vem de antes, da antiguidade, dos ancestrais, o que mais nos une a eles é que fazemos as mesmas coisas: procurarmos por deidades que nos assistam e nos banqueteamos com elas, com os antepassados, com os amigos, e com os que ainda virão.

Memórias, lembranças, saudades, carinho... Isso podemos ter com todos. É só conseguirmos abrir um pouco mais os olhos da alma.



Participe!

abril 05, 2010

De Volta para o Futuro



Difícil para uma nômade falar de lugar preferido, pois cada cidade tem aquele cantinho que eu não deixo de visitar toda vez que passo por ela, ou aquele recanto que tenho vontade de conhecer na primeira vez que chego em uma. E - para falar a verdade - eu normalmente visito mais pessoas do que lugares. É o lugar no coração delas que eu vou lá para cuidar e não deixar que ela esqueça que me tem dentro. Afinal de contas, o melhor lugar do mundo é aquele em que estamos em boa companhia, seja de outros ou de nós mesmos com o sagrado.

Mas tudo bem, vamos escolher lugares físicos...

Eu poderia falar de lugares que me trazem lembranças, como o rio onde eu pescava com meu avô, ou a cidade onde eu tinha fãs e professores que diziam que eu tinha futuro na música (um futuro que eu deixei pra trás). Poderia também falar de lugares bonitos ou experiências malucas, os acampamentos, as aventuras arriscadas. Ou poderia falar dos lugares imaginários pra onde me reporto quando preciso tirar férias do mundo real. Também poderia falar do meu Mundo Xamânico. Ou poderia dizer que o melhor lugar do mundo - aquele em que podem me deixar largada e trancada por horas lá dentro - ainda é uma biblioteca. Porém, não vou falar de nada disso. (E também não vou falar que é a Grécia, rsrs!)

De qualquer forma, já que é difícil escolher, vamos nos ater ao texto que seguia o tema.

A pergunta da proposta era para onde meu pensamento foge, para onde tenho vontade de ir quando desejo largar tudo. E, quando se trata de largar tudo, eu com certeza não iria para um lugar de memórias do passado, porque largar tudo - para uma taurina com gêmeos e outras doidices no mapa - é largar TUDO mesmo. Tirando as horas em que a vontade é deixar o corpo e ir ao Hades ou onde for que me esperem no além, o lugar que eu amo é aquele em que eu vou estar sozinha e feliz no meu futuro. Sim, eu amo 'estar sozinha', e isso não tem nada a ver com 'ser solitária'. Ao contrário, eu quero exatamente estar num lugar que seja superpovoado, onde eu possa sentar em uma praça pública e observar as pessoas. Onde eu possa dizer bom-dia para desconhecidos, pedir informações na rua (mais para fazer alguém me olhar do que propriamente por estar perdida) e estender a conversa com uma alma de energia boa que vier falar comigo. E poder me despedir e sair dali, ir e voltar quando eu quiser, sem ter que fazer relato nem perguntar ou responder nada. (Depois, eu tranquilamente iria me afastar do mundo para meditar e pensar nele.)

E quero que esse lugar tenha borboletas. Pra mim, um lugar sem borboletas é um lugar sem alma.

O lugar (espaço) que eu amo fica no futuro (tempo). O lugar que eu amo é na quarta dimensão. Minha ágora (comércio, matéria) é agora, e meu templo (sagrado, espírito) é em outro tempo. Um dia eu vou pra lá, eu vou por lá, e nesse dia estarei amando esse lugar. Até encontrar uma outra estrada virtual para saltar...


Participe!

Beam me up, Scotty!

março 03, 2010

Blogagem Coletiva: 8 de março

Participe!




As 130 mulheres que morreram naquela fábrica de tecidos de algodão e indústria têxtil em 1857, homeageadas com um Dia Internacional da Mulher a partir de 1910, eram tecelãs que marcharam por melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária e igualdade de direitos.

Isso me faz lembrar das Moiras, as deusas do Destino, que fiam, tecem e arrematam as vidas de todos, e me faz pensar que uma das coisas a comemorarmos neste 8 de março é o fato de hoje termos mais oportunidades de sermos agentes nos próprios destinos, fazendo as nossas escolhas que geram as consequências as quais formam as imagens da tapeçaria no tear das deusas, e não mais deixando que alguém apresente um modelo formado e estabelecido para uma classe - a das mulheres.

E não eram só os homens que faziam isso, muitas mulheres mesmo tinham a atitude de perpetuar sua dependência e os valores que internalizaram sem questionar, que aprendiam e transmitiam sem jugar sua validade. O grande lance não é sair de casa, deixar de acompanhar o crescimento dos filhos, precisar trabalhar fora para se sustentar etc, mas sim ter o direito ao livre-arbítrio, o de escolher ficar em casa, e não ser obrigada a ficar em casa porque nasceu-se biologicamente mulher. Aliás, isso expande-se ao direito do homem também ser um pai menos ausente e um marido com menos responsabilidade por pessoas que lhe seriam totalmente dependentes (principalmente em termos financeiros).

Quando paramos de comprar telas pintadas nas quais costuramos ou bordamos em cima de um desenho pré-fabricado (e com as cores também já determinadas) e resolvemos criar a partir de um novelo cru em uma tela branca, damos às mulheres mais chances de conhecer o mundo e damos aos homens mais chances de conviver com sua família, entre outras oportunidades que criamos para ambos ao deixá-los escolher que desenho de tapete irá mostrar quando Átropos cortar nosso fio. Cloto tece-o, Láquesis puxa-o e enrola-o, mas a direção e a forma dos pontos dados cabe apenas a nós. E cada vez cabe mais a nós do que aos outros.

Pode parecer mais fácil deixar de fazer escolhas, esperar que alguém nos diga o que fazer, em quem votar, para que time torcer, em que deus acreditar, qual profissão seguir, não ter culpa pelos resultados das escolhas erradas e tudo o mais. Só que ao fazermos isso, não vivemos nossa vida, vivemos a vida de outro. E desperdiçar uma vida inteira é muito tempo perdido e inutilizado, quando poderíamos estar realizando o nosso daimone, aquilo para o qual viemos ao mundo, o que viemos fazer, a nossa missão e talento.

Então neste 8 de março de 2010 eu escolho comemorar a ampliação da nossa oportunidade de fazer escolhas.

E que, em homenagens a aquelas tecelãs do passado, possamos criar imagens cada vez mais belas e significativas no tear dos Destinos!

outubro 24, 2009

Que Rainha Mítica É Você? (quiz - em inglês)


Você é a Rainha Clitemnestra. Independente? Pode apostar que sim! Ela não iria ficar esperando pelo marido assassino-de-filha voltar de Tróia. Havia uma maldição na casa de Agamenon. Mas, mais do que isso, ela era uma rainha muito tradicional que existiu como resultado de um trelelê da mãe dela com Zeus.
Ver todos os resultados possíveis! | Fazer o teste! | Ler mais sobre Clitemnestra
por:
Paleothea.com - the Ancient Goddess

outubro 19, 2009

"Dia de Amar Seu Corpo" (sempre)

Se a campanha de blogagem coletiva pede para falar de beleza, vamos ao conceito dela naquilo que conheço de melhor: a cultura helênica. ;D Baseei-me na tradução que postei AQUI, mas fiz diferente e a trouxe para a nossa realidade. Des-frutem*!

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A beleza para os gregos tinha a ver com ordem, organização, estabilidade, daí a palavra para universo ("cosmos") ser a mesma que dá origem à ornamentação ("cosmético"). Tudo no universo era belo, por provir do divino; seja a beleza da natureza seja a do corpo humano. Era um mundo que Tales de Mileto descrevia como "cheio de deuses".

Quando o ser humano se afasta do divino, sofre, vive em um deserto vazio e solitário, um lugar... feio. As mulheres desse mundo materialista são vistas como objetos, classificadas como *frutas (vide mulher-melancia e suas sucessoras), e não mais como parte da beleza da criação. As pessoas começam a ser cotadas de acordo com sua fama e seu dinheiro, em vez de serem admiradas pelo que podem refletir do sagrado que lhes habita o coração. Não se valoriza mais a mente sagaz, a preocupação ambiental, a vontade de ser útil e prestativo, o relacionamento solidário com os outros seres humanos.

A beleza no helenismo corresponde à VERDADE, à refletir as coisas como elas realmente são, a uma autenticidade no que se mostra (e não com retoques de Photoshop, que nem existia), no relacionamento transparente que se apresenta com o que nos cerca. A beleza que não é superficial, que é acompanhada do trabalho sagrado (sacro-ofício, sacrifício) do mundano em prol do divino, essa sim é capaz de transformar a pessoa inteira (e não sua imagem ou fotografia), a qual passa a olhar para dentro, e refletir a beleza que ali encontra. Uma beleza representada a partir do olhar que se modifica - e "os olhos são espelho da alma e janela para o mundo". Quando conseguimos refletir esse belo, atraímo-los também, e passamos a encher de beleza tudo à nossa volta, todas as coisas tristes e sem sentido de antes passam a retribuir o 'olhar amoroso' que lhes damos.

É bem verdade que havia um cultivo do corpo, jogos olímpicos, atletas, espartanos e tudo o que já conhecemos da Grécia Antiga. Mas era também bem claro para eles que nada disso bastava se o interior fosse deixado de lado, se não se treinasse a mente e o espírito através da poesia, da música, da filosofia, da retórica etc. "Isso seria como oferecer a alguém um cálice dourado esculpido de ornamentos, mas cheio de água salobre e lama", disse uma vez Sannion, helenista dos EUA. Para os gregos, a harmonia, a justa medida (métron), tal como o 'caminho do meio' que ensinam os budistas, era fundamental. "Nada em excesso", dizia o oráculo de Delfos. Nem para mais nem para menos.

É essa harmonia que reflete o cosmo, a ordem natural. Sair dessa ordem, descontrolar seus desejos, pensar só em si, ser avarento e irritado, tudo isso eram coisas que pertubavam o espírito e desfiguravam o corpo. A arte mostrava isso, pois vemos que as figuras atormentadas eram retratadas como horrendas, ao lado de tantas estátuas gregas lindíssimas e de expressão serena, de bem com seu interior. Era uma espécie de elegância que tornava tudo bonito. O 'feio' era estar em agonia e em desesperança.

A beleza na religião helênica é um dos princípios mais essenciais, é uma CRENÇA ("acredite na beleza", como bem colocou a empresa moderna), é um RESPEITO ("ame o seu corpo", como diz esta campanha), é algo que torna a vida digna. Lembrando outra campanha, "imagem não é nada" quando há "sede" de deuses e de um sentido maior para a nossa existência.

Portanto, divulgue todos os dias, a começar por hoje mesmo, esse novo olhar que encontra o belo no exterior de si porque está cheio dele por dentro. Lembre-se que em várias mitologias a mesma deidade que representa o amor carrega a representação da beleza, e passe a amar-se e a amar o mundo e todas as suas criaturas. Com certeza o COSMO ficará mais belo assim.
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Veja mais em:

Dia de Amar Seu Corpo

e em:

Love Your Body Day

setembro 05, 2009

Blog Mágico

A Lu do Crianças Pagãs presenteou o Sofá com este selo fofo:


E eis aqui minhas respostas ao meme que vem junto dele:

Música mágica: todas do Daemonia Nymphe
Filme mágico: Da Magia à Sedução
Viagem mágica: Grécia
Arte mágica: dreamsofgaia.com

Minhas indicações do selo+meme vão para:
Agradeço a Lu e espero que os indicados propaguem o selo em prol da união dos mágicos blogueiros. ;))

março 08, 2009

Meme para mulheres, no nosso dia

Indicação da Luciana Onofre do La Bruja y su Casa!

Escrever 7 segredinhos de beleza seus;
Convidar 7 parceiras de blogs amigos para responder;
Comentar no blog de quem lhe convidou;
Comentar no blog das suas convidadas, para que saibam da "convocação";
Linkar o blog que te convidou, no seu blog (no post em que você responder as perguntinhas).

1. A 'Santíssima Trindade' da pele: limpar, tonificar e hidratar.
2. 'Alimentar' os cabelos uma vez por semana com um suplemento nutricional de restauração.
3. Esfoliar antes de depilar, para evitar que os pêlos encravem.
4. Ir ao salão cuidar dos pés e mãos e sobrancelhas, e às vezes dar uma cortadinha no cabelo e fazer hidratação caso eu pinte.
5. Tomar 1 complexo vitamínico (de A a Zinco) toda manhã.
6. Só lavar as mãos e o rosto com sabonete líquido (que tem pH neutro e alguns têm até partículas para esfoliação).
7. No mais: maquiagem leve, reparador de pontas, pouco sol, auto-massagem e yoga. Na falta de alguma coisa, passar azeite de oliva que faz milagres (é quase como o Limpa-Vidro Windex do filme "Casamento Grego", rsrsrs!).

=D

Eu não sou muito disciplinada com essas coisas físicas, mas acho que quando as outras áreas estão bem isso reflete na beleza exterior que aparentamos.

Minhas indicadas são:
1. Iony, do Alma Rubra
2. Thaís, do Verdejando
3. Christina, do Curiosa Identidade
4. Babi, do A Guerreira Interior
5. Lorien, do Lorien's workshop
6. Você que está lendo isso...
7. E quem mais quiser fazer.


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PS.: Repararam no ícone do sofá que tem agora na janela/aba do seu navegador? ;))

fevereiro 26, 2009

Mem-órias

A Sophia Austeros me indicou para este meme. Para quem não sabe, "meme" vem do grego (como tudo no mundo, haha!) "mimema", ou seja, uma unidade de informação cultural, uma idéia transmitida de uma mente para a outra, algo mentalmente contagioso.

Então vamos lá, eis as regras que os indicados devem seguir:

- escrever essas 5 regras antes de seu meme para deixar mais claro;
- colocar o link de quem te indicou ao meme no teu blog;
- contar seis fatos aleatórios sobre você (essa é a parte mais importante);
- indicar seis blogueiros para continuar a brincadeira;
- avisar esses blogueiros que eles foram indicados.

Seis Fatos Aleatórios Sobre Mim:

1. Tenho um olfato apurado. Já identifiquei cheiro de amaciante em roupa de amiga, já desisti de namo por causa de cheiro desagradável, gosto de cheirar minha comida... Enfim, 'grrrau!', rsrsrs.
2. Tenho sonhos premonitórios. Ou seja, minha parte animal tem olfato apurado e minha parte espiritual tem anteninha onírica. Por conta disso, vivo tendo 'deja vu', mas normalmente lembro que foi porque sonhei com aquilo antes.
3. Quando estava na sexta série, estudava grafologia, astrologia etc, e uma colega me perguntou (sem estar brincando) se eu iria ser bruxa quando crescesse.
4. Quando passei no primeiro vestibular, o tema da redação era o carnaval e eu meti mitologia grega no assunto, falando de Pandora e das Idades da Humanidade (de Hesíodo).
5. Já estudei um pouquinho de gaélico irlandês, romeno, latim, francês, alemão, algo mais de grego e espanhol, bastante de italiano, e dava aula de inglês. Tentei aprender esperanto, japonês e russo, mas isso não é pra mim.
6. Já fiz amigos comprando livro de Hesíodo com um estudante de filosofia que conhecia uma professora da escola de inglês onde eu dava aula. Para quem acha que só se faz amizade bebendo cerveja, taí; hehehe!

Indico:
Dani, do Delirium
Iony, do Alma Rubra
Thaís, do Verdejando
Thiago, do 13 Luas
E só, porque os outros acho que já indicaram. Se alguém mais quiser fazer, fique à vontade.